“Children always know when company is in the living room: they can hear their mother laughing at their father’s jokes.”
Posted by lorneau in UncategorizedO post anterior, sobre UBLA, foi escrito dia 12 de novembro. No dia 21, o Blógico ganhou um post sobre o mesmo tema, muito mais conciso. Eu quase tive a pretensão de achar que o Rafael Azevedo, autor do Blógico, teve essa idéia ao ler o meu post; voltei à realidade segundos depois.
Foi sorte ter escrito antes dele: fosse o contrário, eu perderia o post sobre o qual vinha matutando há semanas e a coincidência, atualmente uma até confortável “alguém mais famoso pensa como eu”, seria um chateante “eu penso como alguém famoso” – guardadas as proporções, note-se, porque blogueiro famoso é como anão alto.
Em todo caso, pra não quebrar o ritmo de reclamações e aproveitando que o post está curto, menciono algo que me incomoda quase tanto quanto os pontos-finais que mencionei, mas são no máximo uns ponto-e-vírgula que uso pra fazer um muxoxo. É o uso de “(epa!)” depois de qualquer palavra que remotamente remeta a sexo. Por exemplo:
“Durante a introdução (epa!) do novo membro (epa!), ele se meteu (epa!) a discursar sobre a penetração (epa!) do grupo na sociedade.”
Qual é a relevância disso? Não é engraçado, não é interessante, não demonstra esperteza do autor. Nas remotas terceira, quarta e quinta séries do ensino fundamental (que ainda nem chamava ensino fundamental), alguns garotos consideravam o ápice da comédia dizer “pênis” a qualquer hora, sem qualquer motivo. Alguns deles cresceram; outros só acham que ficaram mais sutis.
Entries (RSS)